Os R$ 159 milhões restantes pertencem a apostadores que não retiraram os valores até o fim do prazo para saque voluntário, encerrado em 5 de outubro. Os dados abrangem 22,5 milhões de apostadores, distribuídos em 70,5 milhões de contas.
Notícias relacionadas:Governo do RJ identifica desvios de R$ 400 milhões na Cedae Saúde.Dólar cai a R$ 4,98 e acumula perda de 4,44% na semana.Bancos começam a devolver R$ 1,3 bilhão a apostadores de bets.O que o apostador precisa saber
Os bancos têm até 14 de outubro para devolver os recursos.
O valor total ainda a ser restituído é de R$ 159 milhões.
Oito empresas ainda não enviaram aos bancos as informações necessárias para a devolução dos valores.
A Advocacia-Geral da União (AGU) vai à Justiça para obrigá-las a fornecer os dados.
Se houver impedimento para a devolução pelos bancos, os recursos serão transferidos para a Caixa Econômica Federal, que ficará responsável pelo pagamento aos apostadores.
A maior parte dos saldos remanescentes é de pequeno valor. Segundo as empresas, 90% das contas têm menos de R$ 1 a receber e 97% possuem saldo inferior a R$ 10.
Bloqueios e remoções
Entre 25 de setembro e 9 de outubro, o governo encaminhou para bloqueio 16.627 sites ilegais de apostas.
Também foi solicitada a remoção de 3.691 páginas, perfis, canais, grupos e servidores em plataformas digitais. Só no Telegram foram identificados 1.027 grupos com cerca de 18,5 milhões de membros. No TikTok, 115 perfis somavam aproximadamente 459 mil seguidores.
No total, os conteúdos ligados a apostas ilegais alcançavam 18,9 milhões de usuários, membros e seguidores.
Entenda os detalhes e o impacto para o cidadão
De acordo com as informações oficiais divulgadas por Agência Brasil (EBC), a medida trata de tema de interesse direto da população brasileira: “Bets: mais de R$ 1 bilhão foram devolvidos a apostadores”.
Mais de R$ 1 bilhão em saldos de apostadores de bets foram devolvidos aos usuários dessas plataformas. Com isso, o saldo atual, que ainda precisa ser transferido após a proibição das apostas online, caiu de R$ 1,2 bilhão para R$ 159 milhões, segundo dados enviados pelas empresas ao governo federal. Os recursos deverão ser devolvidos pelos bancos até 14 de outubro.
Os R$ 159 milhões restantes pertencem a apostadores que não retiraram os valores até o fim do prazo para saque voluntário, encerrado em 5 de outubro. Os dados abrangem 22,5 milhões de apostadores, distribuídos em 70,5 milhões de contas.
Notícias relacionadas:Governo do RJ identifica desvios de R$ 400 milhões na Cedae Saúde.Dólar cai a R$ 4,98 e acumula perda de 4,44% na semana.Bancos começam a devolver R$ 1,3 bilhão a apostadores de bets.O que o apostador precisa saber
Os bancos têm até 14 de outubro para devolver os recursos.
O valor total ainda a ser restituído é de R$ 159 milhões.
Oito empresas ainda não enviaram aos bancos as informações necessárias para a devolução dos valores.
A Advocacia-Geral da União (AGU) vai à Justiça para obrigá-las a fornecer os dados.
Se houver impedimento para a devolução pelos bancos, os recursos serão transferidos para a Caixa Econômica Federal, que ficará responsável pelo pagamento aos apostadores.
A maior parte dos saldos remanescentes é de pequeno valor. Segundo as empresas, 90% das contas têm menos de R$ 1 a receber e 97% possuem saldo inferior a R$ 10.
Bloqueios e remoções
Entre 25 de setembro e 9 de outubro, o governo encaminhou para bloqueio 16.627 sites ilegais de apostas.
Também foi solicitada a remoção de 3.691 páginas, perfis, canais, grupos e servidores em plataformas digitais. Só no Telegram foram identificados 1.027 grupos com cerca de 18,5 milhões de membros. No TikTok, 115 perfis somavam aproximadamente 459 mil seguidores.
No total, os conteúdos ligados a apostas ilegais alcançavam 18,9 milhões de usuários, membros e seguidores. Para acompanhar todos os desdobramentos e verificar se o seu CPF ou benefício está incluído nas novas diretrizes, é recomendável consultar sempre os canais eletrônicos oficiais do Governo Federal.
Como consultar pelos canais digitais oficiais (Gov.br)
- Acesse o portal oficial Gov.br ou o aplicativo correspondente ao serviço no seu celular (Meu INSS, App FGTS, Carteira de Trabalho Digital ou Receita Federal);
- Autentique-se utilizando seu CPF e senha cadastrada (preferencialmente com conta nível Prata ou Ouro);
- Verifique na seção de notificações ou extratos a situação atualizada do seu cadastro.
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Fonte primária oficial (Reprodução pública autorizada com citação): Agência Brasil (EBC) — Leia o despacho original na íntegra.